23.7.05

Nosotros e ellos

Portugal Portugal...
Quando passamos a fronteira algumas coisas se notam logo.
As estradas são logo menos, em pior estado e na grande maioria estão em obras! As grandes vias de entrada e saida do pais são uma vergonha! Deploravéis. IP 3, IP4, IP5... desgraça!
É inacreditável o facto da maioria das obras na nossas vias serem feitas em pleno verão. Parece de propósito estarem à espera dos turistas (internos e externos) para abrirem buracos por todo o lado.
A quantidade de rotundas também é fantástica! E todas com essa máxima expressão da arte pública: esculturas e mais esculturas. De todos os tipos e feitios. Algumas invocam (lembram minimamente...) algum facto mais relevante do local (da aldeia!). Outros são simplesmente abstractos! Obras de autor para enfeitar rotunda, a preços astronómicos, pagos por todos nós! Eu sei disto pois a minha irmã é escultora e tem a sua tese de licenciatura sobre esse assunto.
Quando viajavamos pelas belas auto-vias e auto-pistas espanholas, que já ligam a maioria do país, ouvimos o anuncio do governo: investimentos gigantes para todos os pueblos estarem a, no máximo, 30 Km de uma auto-estrada. A isso somam-se os investimentos também gigantes em linhas ferróviárias, nomeadamente de TGV. E aqui acha-se isso um luxo asiático...
Enfim.
Espanha está realmente em grande. E estão em contraciclo conosco. Aqui estamos desde à cinco anos apertar cada vez mais o cinto. Em Espanha(nas Espanhas) estão desde há cinco anos a desapertar o cinto. Eles tiveram durante muitos anos a maior taxa de desemprego da Europa. Nós a menor! Agora as coisas rodam...a roda da vida.
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21.7.05

Esquerdismos

Como assim?!

Em Barcelona ficamos uns dias hospedados na casa de um amigo catalão da Joana. Quatro gajos muito fixes: O Pepe (o amigo); Fernando, de Zamora; Juliano de Nápoles; Pablo de Barcelona. Um apartamento porreiro no bairro da Grácia.
A todos muito obrigado pela incrivel hospitalidade com que nos acolheram.
Entre eles estavam representados as várias possibilidades existentes dentro da esquerda. Desde a esquerda democrática (uma area muito mal vista e desconsiderada), passando pelo comunismo-estalinista, aos zapatismos, anarquismos, tudo temperado com regionalismos anti centralistas de Madrid que é corrente geral sempre muito presente e fashion das regioes que nao são Castela e Leão.
A casa era decorada com posters de manifs e encontros anti-globalização e com folhas de antigos jornais republicanos do tempo da guerra civil espanhola...
Claro que não fui mal educado ao ponto de os incomodar com as minhas convicções democráticas e liberais! Nem com o meu conformismo e pró-activismo para com o mundo, o sistema (seja lá o que isso for!), etc...
A certa altura lá se deflagrou uma discussão entre o Fernando (pró Zapatista, anarquista e com infiltraçao nos movimentos oKupas) e o Pepe (comunista regionalista anti centralista e pró ditadura cultural!!!!). O Fernando, que propunha destruir o próprio poder (!!!!!????!!!!!), provocava dizendo que era só conversa e que a ditadura que o Pepe propunha era como as outras inaceitável... E o Pepe sai-se com esta: mas tem de ser ... alguma coisa tem de ser feita perante a situaçao actual ... pior do que está não pode ficar! O Fernando concordou!
...pior do que está não pode ficar! Como assim?!
Ali estavam 2 gajos que nunca estiveram perto de passar fome, nunca tiveram de fazer a guerra, sempre puderam estudar nas melhores faculdades (ambos a fazer doutoramentos), e trabalham em coisas fáceis onde retiram o suficiente para continuar a estudar, fazer férias, viver num local muito bom, numa casa boa, têm as suas namoradas, bebem copos, fumam ganza, pagam os seus vicios, num dos melhores países do mundo em termos de segurança social (incluindo saude, etc.), ... e perante isso tudo conclui que "...pior do que está não pode ficar!"
Como assim?!
E propõe uma revoluçao forçada para transformar esse estado inaceitável das coisas!
Como assim?!
Sou eu que estou maluco, ou muito melhor é que é dificil ficar?
Tudo é relativo. E subjectivo. Tudo depende do ponto de vista. E do que se quer ver.
Enfim!
Eu gosto de ser ocidental e viver no ocidente na época actual. Não acho que há nada de errado em nós nem no nosso mundo.
Viver num sistema democrático (que permite uma gama ampla de escolhas) com tendência liberal, de carácter moderado e preocupações sociais, a mim, parece-me óptimo!
Bem haja!
Bem hajam as nossas democracias que permitem e até se alimentam das diferenças que contra si se formam!
Bem hajam o Pepe e o Fernando! Não concordamos, mas respeitamo-nos e convivemos. E foi realmente um prazer para mim.
Muito obrigado.
Até breve.
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18.7.05

Para ler e reler...

Pai rico pai pobre

A obra versa sobre o dilema que todos temos de encontrar durante as nossas vidas: escolher a liberdade deixando prevalecer o amor nas nossas vidas ou deixar prevalecer o medo e ser escolhidos pela liberdade dos outros.

Criar o nosso destino ou ser jogado pela vida. Neste caso, controlar o $ ou ser controlado por ele!

Aqueles que querem ser livres e vencer na vida devem deixar que a paixão alimente a sua vontade. Essa vontade tem de ser dirigida para aprender. Para o conhecimento de si mesmo e do mundo. Neste caso o conhecimento sobre como funcionam os fluxos de energia, cujo símbolo máximo é o $ (só isso e nada mais que isso).

Há que adquirir instrução financeira. Perceber como o $ funciona. Ou seja: saber perceber, criar e adquirir activos (activo é aquilo que faz o $ fluir para nós). E então, com coragem e vontade, enfrentando os riscos e os problemas com sabedoria, criar um sistema empresarial (um activo feito de activos) e/ou de investimentos financeiros que se auto-sustente e expanda cada vez mais. Ou seja, que canalize mais $ para quem gera e gere esse sistema.
Essa energia é poder potencial para que quem a conduz possa usá-la para se realizar pessoalmente em qualquer nível, fazendo o que quiser. Para ser feliz.
Este livro tem uma continuaçao, mais aprofundada prática e interessante: Independência financeira.
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16.7.05

Opçoes...

O que é melhor?

Algumas pessoas sempre viveram em cidades grandes (mais de 1ooo.ooo). Outras só em cidades pequenas ( até 150.ooo) ou médias (de 150. ooo a 1 000 000).
Eu já vivi em várias cidades diferentes de várias dimensoes: Lisboa, Porto, Caldas da Rainha, Alcobaça, Nazaré, ilha do Baleal...
Até agora só consegui perceber que cidades muito pequenas me atrofiam. Têm o seu encanto e vantagens. Mas sao demasiado limitadas a todos os níveis. Após pouco tempo o estado mental começa a raiar a loucura!
E entre cidades grandes e médias? Entre cidades tipo Lisboa, Barcelona ou Londres e Coimbra, Braga, Donostia, Gijon? Ainda mais se essas cidades médias forem as cidades espanholas que em geral têm optimo nivel económico e cultual.
Adoro o aspecto cosmopolita das grandes cidades. Incluindo o poder ser totalmente anónimo. Por outro lado o tempo de vida que se perde em transportes e as consequências associadas sao verdadeiramente desgastantes e stressantes.
Uma metrópole tem um potencial imenso. Quase ilimitado. Possibilidades sem fim! Há mercado suficiente para todos os "nichos". Mas o que interessa ter muitas possibilidades se acaba por nao se poder aproveitar quase nada delas. As oportunidades também geram muita dispersao. É preciso conhecimentos, $ e sobretudo tempo para aproveitar minimamente o que uma metropole tem para oferecer.
Um amigo meu, que trocou Lisboa pela ilha do Baleal, uma vez disse-me uma coisa que ficou a fazer eco na minha cabeça: "do que me interessa estar no meio de milhoes de pessoas se só conheço algumas poucas e convivo na prática com 5 a 10 delas, se muito... Aqui na ilha há apenas algumas centenas mas relaciono-me com quase todos, e tenho mais tempo para mim e para cada uma das minhas amizades..."
Dá que pensar.
É uma opçao por diferentes estilos de vida.
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Barcelona

Barcelona é já bem conhecida! Sem dúvidas uma das principais cidades da Europa, ao nível de Paris, Roma, Madrid, Berlim etc. Só Londres se pode destacar em termos de potência economica e cultural.

Gostamos muito da cidade. É muito cosmopolita. Agora é excessivamente quente (hoje 40 graus!) e turística.
A cidade é extremamente turística, e durante três meses do ano ( 15 de Julho a 15 de Setembro) o turismo é a principal actividade da cidade. Nesssa altura uma parte importante dos Barcelonenses (!?) emigram para férias.
Segundo constatamos com amigos locais a populaçao flutuante, tanto de espanhóis como de estrangeiros, é imensa, e a maioria dos jovens (enter os 20 e 30 anos) apenas se mantém alguns meses ou anos na cidade. Isto já diz muito sobre a instabilidade populacional da cidade.
Além dos catalaes ha muitos espanhóis de outras paragens e muita gente de todo o mundo: europeus de todas as paragens, argentinos, brasileiros, chinocas, indianos, muitos arabes de várias arábias...

Também aqui se valorizam muito os regionalismos, nacionalismos e independentismos. O Catalao é uma lingua diferente do castelhano comum, embora seja parecida e acessivel. Todos falam castelhano também. A afirmaçao perante o centralismo de Madrid é uma luta constante para os catalaes ( e para os Asturianos, Bascos, Galegos, etc.)
A cidade é bastante grande sem ser gigantesca. Algo ao genero de Lisboa, mas mais concentrada e densa. Isso conjugado com um numero de turistas gigante faz a sruas fervilharem de vida. A paisagem nem se compara com Lisboa, mas tem bairros muito bons. Especialmente a Gracia e o casco antigo. É bem bonita, organizada e agradável.
Estamos em casa de um amigo da Joana no bairro da Gracia. Antigamente este bairro foi uma cidade autonoma de Barcelona. Agora é centro da cidade. É uma espécie de Bairro alto, só que muito maior, com muita vida para além da vida nocturna que também é bem intensa. Além de preservar algo de bairro tipico, é também um dos que está mais na moda, sobretudo entre jovens.
Yôga

Aqui existe muito Yôga (e ióga também). Há tradiçao de Yôga na cidade (Antonio Blay), e estao cá presentes as várias linhas e estilos mais conhecidos. Além das diversas escolas também já há trabalho desses Yôgas em várias academias. E, claro, também já há SwáSthya Yôga. Melhor: aqui há SwáSthya sem as paranóias (e sobretudo os paranóicos) tanto pró como anti Swásthya...

A cidade é óptima. Para ser perfeita só precisaria das ondas da Linha de cascais e da costa da Caparica. Ehhehehe.
Ainda estamos a pensar. Talvez venhamos cá viver...
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11.7.05

On the road

Barcelona

Depois de atravessar-mos meia Espanha, após cerca de 11 horas de viagem, lá chegamos a Barcelona! Leia artigo completo

Boom!bastic..

Boom!bastic..

Mais um atentado à nossa bela paz. Mais um round ganho pelos terroristas!

Porque isto acontece? Mais importante: como isto se impede?

Estas coisas sao horrendas. Mas o choque intenso deve-se a estar a acontecer em nossa casa. Porque nos está a acontecer a nós! E porque aqui raramente acontece. Porque nos faz parar do ciclo em que estamos absortos. Como o Luis disse:"...porque nos vemos por um lado a viver para sempre, a ser jovens, ricos e bem sucedidos...."

Em muitos paises (especialmente Africa e médio oriente) há guerras de todas especies. Em muitos locais do mundo explosoes e mortes de familiares e amigos sao comuns. Quase banais. Mais do que diarios... Explosoes de bombas que as nossas naçoes produzem, vendem e em muitos casos lançam e detonam directamente! Bombas que fazem guerras onde estamos envolvidos (directa e indirectamente) e que permitem que na nossa terra haja riqueza, liberdades, segurança, conforto, bem-estar, paz, direitos humanos, etc. Sao guerras de exploraçao e dominio. É o nosso poder que está em jogo. É o poder de sermos quem queremos que está em jogo quando fazemos e estimulamos os jogos de morte alheios. É fod## pensar nisso. Pelo menos para mim.
Pois é. E mesmo assim, no meio desta riqueza, segurança toda há cada vez mais problemas de depressao... Pessoas que nem sabem a sorte que têm. E muitos que nem sabem porque tem tanta sorte. Nao lhes custou obtê-la! Sempre tiveram demais com demasiadas facilidades. Nao têm porque lutar. Alguns afogam-se em depressoes. Outros lutam contra si mesmos! Contra a propria sociedade que lhes facilita demasiado a vida! Contra os pais. Contra o governo! Os poderes instituidos em geral. A globalizaçao. O G8. O Bush... Qualquer símbolo que represente a proeminencia da nossa sociedade ocidental: a causa da sua depressao e neuroses! Enfim! Desculpem-me! Isto é um desabafo. Irritam-me os que sao contra tudo e todos por nao saberem o que sao e o que querem. Os ditos "anti-globalizaçao" que sao a maior expessao daquilo que criticam, e só existem porque se aproveitam de tudo o que criticam! Aqueles que sao a favor de perdoar a divida ao terceiro mundo! Porquê? Essa divida é na grande maioria a contar-parte da compra de armas que esse terceiro mundo usa para se matarem uns aos outros por questoes de m... E nao acreditamos que somos todos iguais? Entao nesse terceiro mundo também tem de ser igualmente responsaveis! Responsaveis pelas suas dividas. Responsaveis pelos seus erros e incompetencias! Se há igualdade (também se pressupões igualdade de capacidades) então para que passar estes atestados de menoridade cheios de paternalismo, que em nada ficam a dever ao antigo colonialismo? Estes "bonzinhos" da anti-globalizaçao acham por acaso que habituar os pobres a serem irresponsaveis lhes resolve algum problema? Acho que na realidade só querem perdoar a divida aos pobrezinhos para atenuar a sua desorientaçao e atenuar um sentimento de culpa com que gostam de se e de nos impregnar! Nao contem comigo! Nao sofro desse sentimento de culpa pelo facto de fazer parte da parte rica e ocidental do mundo!
Grrr...
Enfim. Voltando ao assunto. O que fazer? O que pensar?
Será que estaria disposto a perder riqueza (de varios generos, por ex: cultural) e liberdades para permitir que outros tivessem mais, em prol de um equilibrio que nunca houve e duvido que exista, para além da teoria.
Será que tendo os outros mais riqueza poder e liberdade nao a iriam utilizar, como nós, para ter ainda mais riqueza poder e liberdade, obtendo o máximo que pudessem á custa de todos os que nao tenham força oponente a altura? Nada me faz pensar que os outros sejam melhores do que nós... Nada me faz pensar que concessoes nossas nao seriam tomadas como fraqueza e contra-atacadas, ao invés de reconhecidas e agradecidas. Enfim. Acho que nao somos assim tao maus. E as nossas (sim: as de todos nós) políticas também nao. Simplesmente nao somos perfeitos.
E os outros também nao sao de todo burrinhos. Eles também vao percebendo o jogo. E jogando! E quando a pressao (neste caso das desigualdades) fica muito grande, começam a saltar umas tampas! Neste caso em Londres!
Nós fazemos terrorismo de alto indice tecnologico (tipo video game) legitimado pelas instituiçoes de direito internacional que nós mesmos criamos e dominamos. Eles vêm como ratos, por baixo, encondidos, mas muito determinados.
Como pará-los? Acho que nao da! Vamos parando uns mas outros acabam por passar! E o problema é que armas de destruiçao massiça já começam a estar ao alcance de muita gente.
Ainda estamos muito a frente. Mas alguns poucos rounds parecem ter o efecto drástico desejado: tirar-nos de nós mesmos o estatuto de inatingiveis. A seguir, quiçá, o de invenciveis...E entretanto as liberdades e confortos civicos do nosso mundo já se começam a encolher!
Dos quatro da cimeira dos Açores só Lisboa ainda nao... nao vale a pena chamar o azar!
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Asturias

Asturias

Oviedo - cidade paraiso

Os locais dizem que a sua cidade é um paraiso! Realmente é bem interessante. Organizada e muito limpa. Quase tudo tem muito bom aspecto. Tem coisas muito bonitas, como o inevitável "casco antigo". Uma noite tipica de cidade espanhola: boa! 200.000 habitantes a viver próximo do mar com uma qualidade de vida acima da média.
O que mais marca da cidade é o seu caracter universitário. A Universidade de Oviedo, que se estende para a cidade vizinha, Gijon.
Gijon
Mais agitada, turistica, industrial e cultural que Oviedo, de que está a menos de 20 minutos de carro! 270 mil habitantes a viver na praia com uma qualidade de vida acima da média(...a espanha está acima da média... e cada vez mais acima. Especialmente nestas cidades das regioes autonomas que têm tido um grande fulgor de ernovaçao desde o fim da ditadura espanhola)! Nao tao bonita como San Sebastian (uma das cidades mais bonitas do mundo, na minha opiniao), mas com grandes semelhanças geográficas e sociais. Enfim, bastante interessante.
Na realidade a regiao é um triangulo entre três cidades: Oviedo, Gijon e Alivés que estao a menos de 20 minutos entre si. O interior desse triangulo urbano é cada vez mais prenchido por indústria e comercio comum as três cidades, que enter si têm quase tudo. Só falta o aspecto mais cosmopolita que só as grandes cidades (e Donostia) têm . Este triangulo auspicioso está entre o belo litoral da Costa Verde e os belos Picos da Europa! De facto, interessante. Vale a ida.
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9.7.05

Como conhecer...

Como conhecer?

Quando se visita uma cidade o que se deve fazer para conhecê-la?
Imagine-se um cenário bastante comum: dispoe-se de apenas alguns dias, e nao se conhece ninguém local.
Acredito qu eo melhor é tentar fazer o máximo possivel o que os locais fazem. Mas como sabê-lo?
Os guias sao feitos para turistas verem as cidades, nao para as "viverem".
Acho que nos primeiros momentos (horas ou dias, consoante as dimensoes da cidade) tem de fazer-se o percurso turístico habitual. Ver o centro. Passear a zona histórica (ou pelo menos a mais antiga).
Em geral evito os museus. História é melhor procurá-la em livros especializados. E museus os locais nao frequentam. É coisa de turista.
O que faz as pessoas serem o que sao? Como as pessoas se comportam? Para que?
As pessoas sao o que consomem. Consumir é a forma mais directa e comum de participaçao. E participar é integrar-se, que é o que todos querem. Assim, procurar o que as pessoas consomem (fisico, emocional e psiquicamente) é o caminho certo para conhecê-las mais rápida e profundamente.
O que lêem? O que comem e bebem? Que filmes assistem? Qu eroupas vestem? Etc....
Para conhecer as cidades deve-se ir mais além dos jardins e da arquitectura das ruas mais históricas, ond ehá muitos escritórios e lojas, mas quase nenhuma familia... À que andar pelas zonas residênciais e conhecer os locais onde os locais realmente habitam. Informar-se das principais actividades economicas e se possivel frequentá-las, nem que seja de "passeio". Mas o ideal é conhecer o comércio, os cafés e restaurantes, os bares e discotecas. Esses sao os locais de maior consumo e reuniao das pessoas. Onde é mais facil encontrá-las e percebê-las.
E, claro, saber que em alguns dias dificilmente vamos conhecer realmente bemuma cidade e suas gentes. As grandes metrópoles ás vezes demoram anos, ou até vidas! E o tempo pode revelar surpresas positivas e negativas. Pode gerar saturaçao desgastante e, ainda frequenete, hábito e enamoramento. Mas sentir o local, a sua vibraçao e até caracter, isso é quase instantaneo. Intuitivo.
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5.7.05

Sabedoria milenar!

"Há nos confins da Ibéria um povo que nem se governa nem se deixa governar..."


Gaius Julius Caesar (100-44 AC) Leia artigo completo