43 Fetival Internacional
de Cine Gijón
29.11.05
23.11.05
Parabéns!
Esta mulher maravilhosa está a comemorar o privilégio de já ter vivido 26 anos.
Parabéns!
E obrigado por enfrentares a dificil tarefa de me aturares e eu poder ter o privilegio de partilhar a vida contigo.
Beijos
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21.11.05
Parafraseando alguém que muito admiro:" Foi precisamente aqui..."
... que começou a reconquista crista que esta na base da Espanha e de Portugal.
Nas Asturias dizem que este foi o único local que resistiu (quase) sempre á regencia arabe. O resto, dizem, é mero território conquistado aos mouros.
O local está num vale que faz lembrar Sintra, e que está no começo dos Picos da Europa.
É um lugar bastante agradável. Especialmente porque apenas uns quilometros acima tem uns lagos e umas montanhas bastante atractivas para treking e outras actividades de montanha. E para baixo tem um rio (Sella) onde há excelentes condiçoes e infraestruturas para fazer canoagem e outras actividades de aventura ao ar livre.
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18.11.05
Gostava de ir à Índia.
Sei que aquilo está mais cheio de miséria, crendice, vigaristas e que qualquer outro pais do mundo. Sei que seria mais um ocidental a alimentar essa histeria.
Não iria em busca do Yôga que está em mim. Ou Mestre, que já escolhi. Não iria em busca de iluminação que...
Não iria para praticar, nem para estudar, nem conhecer nada nem ninguém em especial. Sem esperar revelação alguma. Nada que não possa ler em livros e coisas que tais. Talvez um pouco do folclore, cuja cor e o som só ao vivo têm encanto.
Então ir para quê?
Pelo mesmo motivo que o emigrante volta ao seu país. Por nostalgia. Neste caso cultural. Um misto de encontro com as origens e oportunidade de mostrar o sucesso conseguido “lá fora”.
E porque sou curioso. E porque gosto de viajar. E porque queria lá fazer umas compras.
No fundo quero fazer puro turismo. Turismo espiritual!
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12.11.05
“Pêro, qué es América? Bob Dylan o Georg Bush? Martin Luther King o Mac Arthur? Marylin Monroe o Carles Chaplin?
Y qué es España: Picasso o la Inquisición?
Todos tenemos muchas cosas que ocultar y otras de las que sentirnos orgullosos.”
Antonio Banderas em entrevista in XLSemanal
Os espanhóis andam num grande imbróglio com a questão do Estatut Catalán.
Por trás disto estão os nacionalismos regionais.
Por mim que sou PORTUGA, tanto me faz. E, obviamente, não tenciono meter-me.
Mas acho isto tudo um bocado disparatado!
Recuando:
O Zapatero para ganhar eleições aproximou-se das pretensões regionalistas. E por aqui as promessas eleitorais parecem ter um pouco mais (mesmo só um pouco) valor que em Portugal. Consequentemente abriu-se mais espaço para a Catalunha reivindicar um estauto de Nação.
Isto por aqui não tem nada de novo: os Bascos são ultra conhecidos pelo assunto. E os Galegos também têm as suas pretensões.
É coisa que se empolou a partir do fim da ditadura franquista onde tudo o que não fosse obedecer ao poder central de Franco era severamente reprimido. O Franquismo deixou marcas. A guerra civil espanhola foi das mais violentas do século XX. Deixou feridas que não se apagam em poucas gerações. Daí que, com o fim da ditadura, desabrochou uma dupla febre: os esquerdismos e os nacionalismos!
Poucas ideologias há mais tristes que a mistura entre: nacionalismos e esquerdismos! Talvez só os nacionalismos de direita…
Felizmente que isso é superado pela democracia “capitalista”. E que não se duvide: são os mais ricos que querem independência. Querem pagar menos impostos para os que produzem menos. O resto é floreado politico!
O nacionalismo tem alguns antecedentes reais. Mas a maioria é imaginação com base nesses longínquos genes, e muito disso é frutos de esperanças e insatisfação.
Estas ânsias regionalistas rebuscam o conceito de NAÇÃO. Um conceito que para mim já estaria na missa do sétimo dia.
Começou a ganhar forma nos fins do império romana, ainda na forma tribal. Tribos que evoluíram para feudos. Feudos que tornaram nações imperiais cujos imperadores e respectivos nobres procuravam dominar o mundo através de guerras permanentes entre si e pelo planeta fora. Já na era industrial tudo isso implodiu nas grandes guerras mundiais. Nessa altura teria sido oficializado o inicio da era da GLOBALIZAÇÃO, ela mesma com genes nas pretensões imperiais das nações europeias e já lançada lá pelo século XV…
Até ao inicio do século passado ainda se entendia que houvessem regiões com as suas diferenças típicas. Mas entretanto surgiram as estradas, os túneis, os automóveis, os aviões, a TV, e a W.W.W. Até a pílula nasceu para todos. E o Homem já vê o planeta da lua. E do espaço não se vêem fronteiras algumas.
Enfim: o conceito de nação seria um conceito de europeus e por eles mesmos enterrado! Seria algo sem sentido nestes tempos em que os poderes públicos se dissolvem nos organismos internacionais.
Seria…
Em Espanha ainda ligam a essas m…!
E agora que já conheço um pouco mais da história local posso dizer, mais seguramente, que é tudo inventado. Imaginação fértil!
Isto já foi invadido e dominado por tudo e todos! Romanos, Celtas, Visigodos, árabes…todos já cá deixaram as suas marcas culturais. Nomeadamente o seu sangue! E os vários “rei católicos” da península já lutaram e casaram entre si muitas vezes. E também com muitos outros. E foram, tal como nós, influenciados pelos “índios” que encontraram nas suas respectivas “Índias”. E foram todos influenciados por franceses, ingleses e agora estado unidenses…
Nada na Espanha é PURO.
Mas eles gostam de perder tempo e dinheiro com isto, O que se há-de fazer? Deixá-los andar.
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Mal me pagas!
Parece que andam a partir tudo pela França fora!
E ao que parece o filão central dos desacatos é o da comunidade árabe. Franceses e emigras.
Como compreender isso no pais da Europa com mais árabes, e com mais “direitos humanos” a proteger os emigrantes, e menos politicas internacionais agressivas para a arabilândia etc.?
É por isso mesmo!
Quem deve teme. Teme que lhe cobrem. E sente-se inferiorizado por ter necessitado da ajuda. Raramente alguém que deve diz bem de quem o ajuda...
Junte-se a isso a crise económica, a discriminação por serem diferentes e mais pobres, o chauvinismo dos franceses, e a incitação a violência entre os árabes e percebe-se como o rastilho acendeu.
Já não foi a primeira vez. E, com certeza, não será a última! Nem a pior.
O radicalismo de esquerda e direita tende a subir por toda a Europa. E na França em particular são muito adeptos dos radicalismos de direita. (Antes da 2ª guerra mundial eram dos países mais militantes do anti-semitismo…). Têm ainda a mania que são uma grande potência e um povo extraordinário, e o seu herói nacional é o ditador Napoleão que pouco ficava a dever ao Hitler.
Os arabes andam em busca da sua identidade cultural perdida pela colonizaçao e emigraçao. A religiao e a violência fazem parte disso. Mas sao capazes de estar a calcular mal a coisa.
Não tenham cuidado e a coisa ainda fica mais negra para eles. Estão a fazer tudo o que podem para isso. Estão mesmo a jeito! Depois queixem-se.
Pessoalmente gosto de uma Europa multicolor e pluricultural. Mas nao há milagres. Há qu efazer cedências parte a parte. E óbviamente sao as minorias quem tem de ceder e lutar mais. Senao a coisa passa a ser uma ditadura das minorias! Ou será que nós europeus deveriamos compreender e aceitar qu e o soutros nos invadam e dominem só porque nós lhes fizemos isso antes a eles?
É tempo dos franceses rejeitarem essas etiquetas antiquadas.
E também é tempo de as minorias rejeitarem o culto da vitimização."
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10.11.05
On the road

On the road
Uma saga que começou a mais de um ano.
Em Agosto de 2004 fomos a Itália. Génova, Bolonha, Veneza, Verona e sobretudo Milão. Foi bom. Já tinha estado em Itália e comprovei o que já sabia: é lindo! Só tem é demasiados italianos! E os italianos são demasiado…italianos! Burocracias Kafkianas, preços exorbitantes, excessivamente turísticas, homens que vivem em casa da mãe até aos 35… É lindo, muito divertido, bonito para passear e visitar amigos, mas acho que profissionalmente nao daria certo.
Voltamos e poucos meses depois fomos passar o meu aniversário (01/12) a San Sebastian. E apaixonamo-nos pela cidade. É realmente fantástica. Decidimos ir para lá viver. Por isso voltamos na Páscoa para fazer um cursos de espanhol e averiguar o mercado imobiliário.
Entretanto rumamos ao Brasil. Para fazer o nosso estágio profissional de um mês na Sede Central (Unidade Jardins, São Paulo) e na Uni-Yôga. E foi muito bom. O estágio e sobretudo estar lá perto do Mestre que tanto inspira. Durante a estadia, que se estendeu a dois meses, ainda fomos a Florianópolis para o Festival Internacional de Yôga, um dos maiores e seguramente dos melhores do mundo! Por fim ainda passamos uma semana em Curitiba, a melhor cidade do Brasil. Para quem vai de São Paulo parece um paraíso. Como extra tem uma grande quantidade de escolas da Rede DeRose, sendo algumas delas as melhores escolas de Yôga que já vi. Muitos muito boas. Obrigado ao Professor Rogério Brant, director da Unidade Ato da XV, que nos acolheu.
De volta passamos uns dias em Portugal e já corremos para Espanha de novo, para decidir definitivamente para onde viríamos viver. Tínhamos muita curiosidade sobre Gijón e Barcelona, que eu não conhecia. Gijón agradou-nos. E Barcelona também! Muito. Barcelona é a minha cidade preferida (a seguir a Lisboa, claro…hehehe). Mas Gijón, para viver, pareceu-nos ainda melhor! Foi difícil decidir, mas após duas semanas já estávamos de novo em Gijón a fazer prospecção imobiliária! E cada vez me congratulo mais pela decisão. A cidade é realmente fabulosa.
Entretanto passamos uns dois meses de grande stress com Bancos para fazer um negócio que não se fez! Mas aprendi bastante.
Ainda bem que não se fez pois acabamos por fazer outros melhores.
E cá estamos, instalados e a levar a nossa escola para a frente, o que, entre $ e burocracias não é simples nem rápido! Mas faz-se. Em inicio de Janeiro devemos estar 99% operacionais, como previsto.
Nestes entretantos fazer 700 Km tornou-se coisa simples e banal. E até ao Natal ainda devemos fazê-lo pelo mais uma vez. Mas já estamos fixos.
Nos últimos 13 anos ainda não vivi mais do que dois anos seguidos no mesmo local. E adoro viajar. Ainda quero viajar muito mais, para todos os quadrantes. Gosto de ir aos locais e também da viagem até lá. Acho que tenho algo de vagabundo aventureiro. Mas agora quero assentar. Estabilizar e construir algo.
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7.11.05
Disconnected

Disconnected!
Deliberadamente resolvemos não trazer a TV. Abdicar dela. Uma daquelas coisas que de vez em quando se fala mas tão raramente se concretiza.
Gosto de TV. Tem muita coisa boa. Muita mesmo. Mas também tem o outro lado alienante. Em que deixamos de viver a nossa vida e passamos a viver a da TV, de uma forma muito passiva. Às vezes tão passivo que a submissão chega quase a ser libertadora… Perde-se muito tempo Deixa-se de fazer muita coisa boa. Deixa-se de escolher. Chega a ser um vício, que, como os outros, começa como um escape….
É bom desligar.
Por outro lado ainda não voltamos a estar ligados a W.W.W. E isso tem-me custado mais. Porque preciso. Porque gosto. E já estou farto de Ciber-cafés que ainda por cima são muito caros!
Pouco mais tenho feito que usar o mail e fazer uma rápida visita pelos blogs.
Brevemente ponho tudo em dia.
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Roda da vida

Roda da vida
Sai para os meus afazeres e estava um dia lindo.
Na praia parei para ver o surf, que estava apetitoso. Como sempre, havia banhistas na água e desportistas e gente a passear na marginal.
Por uns momentos deliciei-me com o local.
Bonito. Menos vento do que alguma vez imaginara. Bom surf. Temperaturas médias altas… Bom! Até pensei em ligar a Joana para ela sair da cama e desfrutar plenamente a nossa sorte.
E eis que olhei uns graus acima da linha do mar.
Uma nuvem bastante escura. Hummm.
Não só muito escura, mas também em rápido movimento. Hummm, hummmm!
Em poucos segundos o céu ficou escuro. Levantou-se um grande vendaval e caiu uma chuva saída de um imaginário tropical! Todos em fuga!!!
Só me veio a cabeça o conceito da RODA DA VIDA, muito presente nas culturas asiáticas, e especialmente elaborado por alguns budismos.
Tudo é instável. A única permanência é a impermanência.
Não podemos deixar de tentar prever as coisas e fazer planos. Mas não dá para ter nada garantido. E há que deixar espaço para a adaptação e mudança.
Mesmo quando tudo muda apenas para ficar tudo na mesma!
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1.11.05
Prazer
21h. Já noite. Apenas uma leve brisa, muito agradável nos seus 18 graus.
A maré tao recuada que poucas horas antes, aqui, as ondas ainda se começavam a formar. Agora está seco.
As luzes da cidade iluminam ao de leve as espumas das ondas e areia da praia.
Uma leve prática. Alguns ásanas. Uma atençao no pranáyáma.
Nada de grandes meditaçoes.
Somente prazer, satisfaçao, bem-estar...SwáSthya!
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