30.3.06

Lusitania

Ser português

Estar longe, sobretudo sendo emigrante, faz-nos ver outras coisas. E faz-nos ver a mesmas coisas de outras formas. E sobretudo ter saudades. E até poder relembrar como boas coisas que ignorávamos como tal.

Mas venho por este meio perguntar-vos, amigos, o que é ser português?

Ontem, falando com um de vós, me dizias (na brincadeira que nunca o é totalmente) que traía a pátria…não podia negar quem sou…a minha cultura…

É isso que eu sou: português?

Devo declarar o que já sabeis: não sou um patriota. Não fui educado, nem na escola nem fora dela, para os valores da pátria, nem da nação. E dou graças por isso.

Essa coisa das pátria-estado-nação é coisa do passado! Nasceu lá no antigo regime da idade media, com os príncipes a quererem terra e poder autónomos, até da Santa igreja. Muitas guerras depois teve um apogeu no século XIX, e matou-se com as grandes guerras do século XX. E já vamos no século XXI!

Vivemos na fase da tão propalada “globalização”. E isso para mim, mais que bom, é óbvio. Hoje contam muito mais os “grandes blocos” que qualquer país. E mesmo os grandes blocos estão bem apertadinhos na “aldeia global”. E curto isto. Hoje, mais ainda com a W.W.W., temos acesso a quase tudo em qualquer local, pelo que os regionalismos tendem a ser menos importantes. A terra agora, e cada vez mais, é “virtual”. E é bom. Assim posso viver em Espanha, ser português, viver uma filosofia Hindu, numa sociedade ocidental, etc. Condiciona-nos o tempo, mas não tanto o espaço. Vale tudo, é só escolher.

Mais que nunca vale a velha frase do Platão (ou seria do Sócrates?): “Não sou ateniense nem grego, mas simplesmente um cidadão do mundo.” Sempre gostei e cada vez mais.

Mas ainda assim digo-me…português! Porquê? O que raios é isso?

Sair ao fim de semana e beber Vodka ou Whisky? Com Coca-Cola? Mandar uns sniffs de coca ou pelo menos fumar uns charros? Ouvir 90% da musica anglo-sáxónica. Ver 99% do cinema estrangeiro? Seguir os media sob modelos (e franchising) estrangeiro? Comer em fast-food de nome e comida iguais aos de NY e Tóquio? Trabalhar para multinacionais estrangeiras sob as suas orientações e modelos? Locomover-se em transportes concebidos e produzidos além fronteiras? Vestir roupa de marca italiana, americana, espanhola…made in China! Ter as mesmas causas e preocupações ideológicas que qualquer outros Europeu? Ter um sistema politico e jurídico made by francos e germânicos sobre tradições românicas? Burocracia e falta de bom senso normativo? Ser da mesma religião que espanhóis e italianos? Ver telenovelas e outros programas brasileiros? Fazer surf ou jogar Catan? Ser exímio no Sudoko e na Play Station? Adorar futebol e sexo? Ter um blog?

É isso ser português?

Talvez ser português seja dizer mal e ter pena de nós mesmos…

Para falar a verdade não sinto que esteja fora. Se fora significa estar fora de alguma coisa importante, certamente que não inclui estar fora de Portugal.

E sinto-me mais alcobacense que português. E mesmo isso não muito. Mais que pertencer a Portugal pertenço à nossa nobre língua. Mas valorizo muito mais a qualidade de vida e o trabalho. E cada amizade. E a família!

Sim, digo: sou português. Sem vergonha. Até com algum orgulho. Gosto de Portugal, seja lá o que isso for. E nada disso não me parece muito importante.

A vós, portugueses em Portugal, desejo-vos tudo do melhor. E se vocês estiverem tão bem como vos desejo, Portugal, que nada mais é que os seus portugueses, será brutal!

Mas pergunto-vos, amigos portugueses, o que é ser português?!?

Se tivesse de me responder apelaria à tão nossa palavra: saudade. É ter saudade de ser o que poderíamos ser e não somos, nunca fomos e nunca seremos. E ainda assim sabermos que ser assim nem é mau de todo…

Já antes escrevi sobre isto: Portugal já não é português!

E também está interessante aqui. Leia artigo completo

22.3.06

TRI-BLOG!
Inicialmente este blog não era para ser de Yôga. Mas eu sou um Yôgin. O Yôga está presente em tudo na minha vida, pelo que acaba por estar omnipresente neste blog, ainda que muitas vezes dissimulado sob as palavras UNIÃO ou INTEGRAÇÃO.
Embora sabendo que é impossivel separar defacto as coisas, passarei a especializar um pouco mais os blogs. Assim, a partir de agora há mais 2 blogs.
Um mais "especializado" em Yôga: INSIDEOUT
Outro onde destaco texto de outros autores que acho muito bons: OUTSIDEIN

Este, A VERDADE É AQUELA DA QUAL TEMOS CONSCIÊNCIA, fica reservado para os meios devaneios mais pessoais, não abarcados pelos outros.

O Blog da UNIDAD ASTURIAS é meramente informativo e provavelmente será descontinuado....
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20.3.06

Te(le)ologia da libertação

Voltaram a estar em voga as teologias da libertação. Movimentos místicos e espirituais de salvação. A libertação em Deus e para Deus. Ou suas encarnações…

Na realidade não é algo exclusivamente "religioso". Na politica, e suas ideologias, é algo omnipresente. Até em empresas e outras realidades.

No mundo do Yôga, muito antigo, é um fenomeno simples e profundo. Na maioria dos casos dispensa-se a teologia. Fica-se directamente com a libertação.

Libertação pela libertação!

Liberdade, libertação, libertadores…

E o que é essa liberdade?

R: um grande nada! E como qualquer outro nada cabe lá tudo.

Tudo o quê? As insatisfações pelos condicionamentos, limitações e exigências da vida e do ego. Não aguentamos. Temos de transcender, ir mais além, preencher o vazio.

A liberdade é o mais simples dos intangíveis, a mais encantadora ilusão.

E o que seria a vida sem um pouco de sonho? E um sonho com tantos adeptos…

Alguns são tão obcecados que se convencem profundamente da sua própria obsessão! E gritam alto, tão alto como o seu desespero. Ou esperança, como parecem preferir.

E o grito faz eco, ressonando no mesmo vazio cheio de insatisfações dos outros. E juntam-se. Unem-se. Apoiam-se. Os menos convictos seguem os mais crentes, que são sempre os próprios doutrinadores, e que assumem o papel de libertadores.

E nesse processo fazem revoltas, com guerras e tudo, e até se impõem ditaduras. Sempre em nome da salvação e da liberdade! Da salvação, na e pela liberdade.

Liberdade Liberdade! Salvação! Fantástico!

E no fim ficou tudo ma mesma e repete-se tudo outra vez.

Ora, convenhamos… nada há a salvar e a libertar!

Libertem-me das salvações! Salvem-me das liberdades!

Só quero viver. Realizar-me neste mundo. E espero que a minha realização pessoal não seja nem perseguição de uma utopia e muito menos uma sua pseudo concretização!

Cruz credo!

(Yôga é uma tomada de consciência. Se isso é "libertador", ou não, é a verdade da qual cada qual tem consciência...)

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10.3.06












Liberte-se!

Liberte-se de todo tipo de construções.
Destrua. Reconstrua!

Liberte-se das imposições e manipulações exteriores.
Imponha as suas!

Liberte-se dos seus condicionamentos e tendências.
E adopte outros!

Liberte-se da incapacidade de amar. E da necessidade também.
Ame!

Liberte-se daquilo que você e os outros esperam de si.
E aí sim: faça!

Liberte-se das opiniões, teorias e criticas. Das dos outros, das que faz aos outros e sobretudo daquelas com que se ensurdece a si próprio.
Aceite-as!

Liberte-se das utopias que estropiam!
Apresente a sua!

Liberte-se da mais encantadora ilusão: a liberdade.
Viva!

Não há vida sem ilusão.
Morra!

(Vá chatear o caralho!
Não posso: meti um balázio nos cornos.) Leia artigo completo

7.3.06


Esta é uma verdade absoluta:
as mulheres são mais!
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28.2.06


Carnaval!

Eu pensava que conhecia carnaval do forte!

Parece que a coisa vem do tempo em que se fazia uma especie de catarse "a priori" para a fase sem carnes da pascoa... Até que chegou a isto. Férias. Mais um motivo para "deixar sair tudo" com base em muita droga!

Antes com mais alcool. Agora cada vez mais..."tenso"!

Bem, por aqui a coisa é levada a sério! Sao milhares de pessoas mascaradas, a encher centenas de bares e discotecas. E os espanhóis em termos de drogaria nao sao meninos...

Embora tenha andado um bocado aparte nos últimosd carnavais tenho de dizer que isto ontem pareceu-me muito bem!

Acho que para o ano que vem vou voltar a ser mais carnavaleiro!

Umas Coca-colas fesquinhas que até ando de lado! Leia artigo completo

24.2.06

Verdade, relativismo e força!

Nada se parece impor como importante, nada parece ter o poder de valer a pena…vou ficar lentamente quieta a esperar que algo passe, ou não passe, ou desisto, e pronto, fica tudo resolvido…a fraqueza evidente no corpo, no coração, na alma e na vontade, mais uma vez, nem a concretização da auto sustentação…”
Ana Isabel Augusto


A verdade existe. É aquela da qual temos consciência.


A verdade é absoluta. Se assim dela temos consciência.

A verdade, ou falta dela, é minha. E sua! Nossa. De todos e de cada um. É, portanto, relativa.


A verdade sou eu mesmo.


Para uns isto é liberdade. O reconhecimento de que tudo pode ser, se assim o quisermos.
Para outros isso é um inferno!


Porque se tudo é válido e depende de mim, tenho de fazer escolhas. E se não as faço isso também é uma escolha... E as consequências recaem sobre mim.


Porque liberdade é o reverso da responsabilidade. Responsabilidade é arcar com as consequências dos nossos actos. Das nossas escolhas. Responsabilidade pela nossa realização pessoal. Pela nossa (in)felicidade...


E as escolhas exigem confiança.


Para escolher a própria verdade, ou seja, escolher a si mesmo, é preciso confiança em si mesmo. O que não abunda.


A falta de confiança em si mesmo, ou seja, falta de amor-próprio, resulta na tendência para confiar (crer) em outros. E assim, naturalmente, os mais auto-confiantes tornam-se líderes dos outros, que, com prazer, são seus seguidores. E sem grandes problemas, já que isso cria uma dinâmica em que cada um encontra e assume o seu lugar, retirando daí o que quer e precisa, e onde todos acabam por estar cativos uns dos outros.


O verdadeiro desespero reside nos que têm tão pouca confiança que tendem a desconfiar (descrer), não só em si, mas em tudo e todos. Porque para confiar em outros ou em alguma coisa (um ideal por exemplo) ainda é preciso bastante confiança. Esses não escolhem. Vagueiam perdidos sem destino. Desesperada atrás de absolutos! Absolutos que nunca o são, pois o absoluto está na confiança, que falta…


Quando se escolhe confiar em outro exige-se dele a confiança (em si mesmo) que o seguidor não tem. Por isso o outro (o líder) tem de demonstrar força! Aquela força que se demonstra (e advém) de uma concentração que não dispersa, da afirmação que não se questiona, da verdade que não admite dúvidas. Porque a dúvida paralisa. E ao parar há tempo para pensar. E ao pensar abrem-se sempre mais e mais hipóteses, e logo as dúvidas, pois tudo é possível… Essa é a própria essência do relativismo. E é isso que mais aterroriza (medo) o pouco confiante: ter de escolher. O seguidor foge do seu próprio medo. O líder tem de demonstrar aquela força que dá ordem ao caos dos que não escolhem, pois não têm A referência: eles mesmos.


A maioria não quer escolher. A maioria não quer confiar em si mesmos. A maioria não quer amar a si mesmo. Não é por acaso que os grandes líderes (instituições, pessoas e suas doutrinas) advertem: isso é o maior dos pecados: egoísmo! Convém-lhes…


A maioria quer ser escolhido. A maioria quer encontrar em quem confie. A maioria quer encontrar a quem amar. A quem (ou a quê) se devotar! A maioria não se quer unir “indo para dentro”, “conhecendo-se a si mesmo”. A maioria integra-se exteriorizando. Dando-se a “outrem”. E esse outrem agradece pois o seu egoísmo e integração tem tendência oposta. No fundo completam-se.


Por isso as verdades que propõem o auto-conhecimento, o “pensar” por si, o conhecer a própria verdade, “o si mesmo”, nunca têm grande expressão. Ou pervertem-se…


E que mal tem isso? Nem mal nem bem. Cada um com as suas verdades. Simplesmente assim é!


Não serei eu que lutarei para “libertar” uns e outros, pois não são nem mais nem menos livres que eu e quaisquer outros.

Claro que essa é a minha verdade. Um relativismo…absoluto!

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21.2.06

Do what you will!

Nobody is normal.
There is no such thing as normal people.”
My life whitout me

""Do what you wilt" shall be the whole of the law." Aleister Crowley

Esta frase foi (e ainda é) considerada libertadora por alguns. Terrivelmente libertadora para outros.

Na altura, a personagem e a sua trajectória eram consideradas exuberantes. Excêntrico. "Louco". Uma exuberância aberrante para a maioria. E isso serviu para chamar atenção e também descredibilizar e negar o interesse de tal vida e suas filosofias.

Na realidade, o melhor de Crowley está nesta frase tão simples quanto poderosa: “Do what you will. That shall be the whole of the law!”

Para os conservadores padrões cristãos da moral de então, essa frase representava um aterrador e inadmissível relativismo ético e moral. Uma ética e moral que tinha demorado tanto tempo a consolidar-se (até se cristalizar!).

Entretanto já entraram (e, em alguns casos, saíram) de cena a “Flower power”, a “new age”, 2 grandes guerras já passarm, com nazismo, bomba atómica e tudo…A visão da terra pelo espaço, sistemas informativos que permitem agilizar e globalizar o mundo, a W.W.W., a pílula, etc. Viajar pelo mundo todo é banal. Já não há recônditos misteriosos e portanto nada a descobrir. As guerras são omnipresentes mesmo nas sociedades pacificadas. Os ideais comunistas ainda não atingiram o fundo do poço. O Islão pacifista torna-se, de novo, terrorista. Os estados democráticos praticam terrorismo de estado para evangelizar os bárbaros com o seu sistema politico e ético, e resguardar a economia. As várias religiões brigam e fundem-se entre si. O oriente está de novo crescente. O materialismo sempre presente assumiu-se sem pudores. Sacralizou-se. O dinheiro conta mais que o nome. E a honra. A família já não é o que era. O Nietzsche já é história. Os artistas já deixaram de ser tristes e problemáticos e passaram a ser ricos e saudáveis. As drogas já são quase legais! Até está na moda ser neo-cristão renascido com a missão de espalhar a “boa nova”!

Já não há nada sagrado. Sacralizado pelo tempo, tradição e instituições confiáveis. Agora tudo vale.

Hoje aquela mesma frase já não é tão bombástica. Já não tão é perigosa.

Mas ainda é difícil de aceitar. Tão difícil como aceitar a “si mesmo”.

No meio de um relativismo é tão grande, onde o ego é a única referência válida para si mesmo, aquela frase soa agora a desespero. A não saber para onde ir nem o que fazer. A perda de crenças e sentido. A individualismo e solidão. A insegurança, desordem e desintegração.

Aceita-se a frase como uma constatação do óbvio. Um óbvio problema.

Sim, vale tudo o que eu quiser! Mas o que quero eu? E já agora: quem sou eu?

Aceita-se como um espelho de um mundo moderno, democrático, pleno de possibilidades e opções que (por isso mesmo) é tão cruel e opressor como o antigo mundo uniformista. Um mundo onde apesar de tudo ser possível, a liberdade e a felicidade continuam a ser uma miragem. Um intangível.

Hoje, viver uma vida "louca", feita de excessos e nos limites, já não é libertador. Não é original nem corajoso. É apenas mais um ego a tentar marcar a diferença e exibir-se. Apenas mais uma instabilidade. Uma moda que já não o é. Uma vida “boba”. Tão “boba” como qualquer outra.

Hoje, ser corajoso e fazer o que se quer poder ser simplesmente ser... banal, comum, normal. Isso sim, um verdadeiro desafio! (Desafio ao ego...)
Como dizia o outro no Trainspotting:" escolho ser exactamente como vocês: casamento, filhos, hipoteca, tv...".
(Coloquei este texto e logo dei de caras com algo interessante, com relação a este tema, aqui. Interessante que, embora partindo de outro contexto aborda o mesmo tema: a "loucura" x liberdade. Mas aponta em sentidos diferentes, quase opostos!)
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20.2.06


Insegurança

A insegurança é tramada.

Por causa do medo somos impelidos a criticar os outros (porque se eles forem menos nós parecemos um pouco mais). E costumamos fazer isso de uma forma agressiva. Atacamos por medo.

Falamos de tudo e todos. Mostramos incompreensão e menosprezo. Ridicularizamos e até humilhamos. A maioria das vezes sem querer. De forma inconsciente. Com a melhor das intenções…

E para o quê? Quase sempre só para chamar a atenção. Para sermos ouvidos. Para ouvirmos a nossa própria voz.

E os outros, quase todos atingidos pela nossa fúria, directa ou indirectamente, o que esperamos deles? Além da atenção esperemos aceitação. Exigimos nada menos que admiração e apoio, com alegria, e de forma impávida e serena!

E o que fazemos nós quando estamos do outro lado?

O oposto claro!

Não ouvimos. Não prestamos a mínima atenção. E no entanto melindramo-nos. Melindramo-nos com um pequeno nada qualquer. Um pequeno nada que tinha outro sentido. Um pequeno nada que interpretamos como um ataque pessoal impiedoso com que nos ferimos profundamente e serve de óptimo pretexto para uma explosão qualquer por onde podemos deixar sair todas as nossas frustrações! E óptimo para uma viciosa vitimização.

E o pior é que fazemos isto com as pessoas mais próximas. Que mais nos querem e que mais consideramos. E por isso sentimo-nos ainda pior quando vemos que magoamos quem menos queríamos.

Ciclos viciosos. Tão banais. Tão difíceis de quebrar.

As vezes dá mesmo vontade de bater com a cabeça na parede. Ou até encontrar uma gruta qualquer por onde desaparecer. As relações são complicadas.

Mas, lá está, gostamos de atenção. Por isso não vamos a lado nenhum.

(E também há o outro lado…não é preciso dramatizar!)
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17.2.06

Mulher

Há pouco tempo consegui, finalmente, perceber as mulheres.

As mulheres são como os homens. Ou melhor: os homens são como as mulheres.

E ambos querem o mesmo: existir. Na prática quotidiana isso reflecte-se na necessidade de atenção…

O pouco que distingue os homens das mulheres é, talvez, que as mulheres são mais vivas. Têm mais vida. Em todos os aspectos.

São: mais belas, mais carinhosas, mais cruéis, mais enérgicas, mais criativas, mais construtivas e mais destrutivas. Mais quentes e mais frias. Mais generosas e exigentes. Mais alegres e expressivas. Mais depressivas também. Mais necessárias, necessitadas e mais auto-suficientes. Complicadas e muito simples. Suaves, sensíveis e absolutamente agressivas. Violentas até. Egocêntricas mas com muito maior capacidade de entrega e dar. Mais insatisfeitas e com uma maior capacidade de satisfazer. Têm muito maior necessidade de estabilidade e também uma capacidade de renovação extraordinária… Sofrem mais, mas também vivem mais!

Simplesmente são…mais.
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