7.7.06

Ismos

Ismos

O único ismo que realmente sou adepto apoiante é o egoísmo!

É o único honesto consigo mesmo e com os outros. Aliás, é a base comum a todos os outros, incluindo o altruísmo!

O meu egoísmo é, naturalmente, o…Antonismo! Mas não se assuste. Não me tomo muito em sério e gosto muito de outros egos! Quiçá até do seu. E um dos dogmas básicos da minha doutrina é um que já ouvia do meu querido pai (que se diz de outros ismos): quanto melhor estiverem os outros melhor estou eu, e vice-versa!
disse isto antes em vários aspectos, e as paranóias do ego deixo para os outros...
Leia artigo completo

5.7.06

Apoio das Asturias!

A febre...
Quem me conhece sabe que sou muito pouco de nacionalismos! Enquanto ideologia é dos ismos que mais desprezo! Mas futebol é menos um ismo ideologico e muito mais um tribalismo moderno. E este é muito poderoso e puramente emiocional. Eu não fico á margem. Claro que me entusiasma. Ainda mais estando fora!

O último jogo vi num bar onde também estavam 3 ingleses. Provavelmente erasmus ou professores de Inglês que é uma especie muito abundante pelas 35 escolas de Inglês (!!!) que existem na cidade. Sim, os espanhóis são mesmo burros em termos de línguas!

Bem...os gajos, para minha surpresa, mantiveram-se calmos, mesmo quando viram a nossa festa! Mais: a maioria dos espanhóis estavam a torcer por Portugal!

Lá sofremos 2h e meia, mas valeu a pena. O Scolari é casmurro, tem umas tácticas defensivas quase italianas, mas lá vai ganhando as suas apostas, e isso é que importa!

O pior é ver que se passamos vamos ter de levar com a seleccão que mais me irrita: Itália!

Pelo menos é a final. E se lá chegar-mos é porque passamos os franceses, que são a segunda seleção que menos gosto. A terceira eram os ingleses...

Força PORTUGAL!
Leia artigo completo

26.6.06

Asturias: Paraíso natural



Iniciação

Este fim-de-semana auto iniciei-me a mais uma belissima praia e ao treking.

Xagó é uma baia grande, com dunas, vários picos bons para o surf e muito agradável para a praia. Está a cerca de 20 minutos daqui. Gostei.

Já a montanha foi o inicio…Temos uns alunos aficionados que nos levaram a um dos picos mais acessíveis e conhecidos daqui das Astúrias. 4 horas de caminhada sem grandes dificuldades, muitas vacas pelo meio, e uma vista que prometia ser digna dos deuses, se não fosse por um nevoeiro que foi cerrando tudo a mais de 5 metros de distância. Voltarei.

Assim sim! Yôga, surf, treking…escalada, snowboard...que mais? É este o potencial que as Astúrias têm como…paraíso natural!

(não sonhem que é assim tão simples e tão fácil, mas, aos poucos, as coisas começam a concretizar-se!)

Leia artigo completo

24.6.06

Homenagem...

Homenagem a um amigo muito…místico!

Tenho um amigo que conheci há uns anos no Yôga. Ele na altura era mais reservado. Mas já se percebiam algumas tendências místicas. Fascínio com supostos poderes e estados de consciência extraordinários…uma procura por magias da consciência…

Entretanto deixou-se de yôgas, mas mantivemos e até aprofundamos uma agradável e profícua amizade.

Sempre o incentivei a escrever e a expressar-se. É o que faço a quem acho inteligente e interessante. Afinal, estamos por aqui para dar o que tenhamos ao mundo!

Esperava coisas interessantes.

Poesia, por exemplo. Imaginava que também tinha jeito para o conto em narrativa…Quiçá umas opiniões politicas ou filosóficas interessantes.

Esperava sobretudo um pouco de partilha das diferentes experiências das nossas vidas.

Esperava que conta-se algo sobre o curso que diz fazer: medicina! Mas há até quem desconfie que o faz, pois não se sabe de nada disso. O que acha do facto de a federação (dizem Ordem para mais ser evidente o carácter de ditadura) dos médicos só aceitar associados que estudem e pratiquem segundo os seus parâmetros, ser obrigatório estar associado, e estar sob sua jurisdição? O que acha de toda a pressão que essa sua ordem fez (e ainda faz) para impedir a legalização e regularização de todos os outros tipos de terapêuticas? O que acha da suposta existência de um suposto lobby desses médicos para travar o crescimento de numero de vagas universitárias e do numero do seu tipo de médicos, para que a lei de oferta e procura continue a favorecê-los? E sobre as conexões entre médicos e farmacêuticos com direito a viagens e ferias pagas em detrimento do bolso dos doentes e do Estado? Até que ponto e em que medida é a favor ou contra uma “saúde” publica e subsidiada? O que pensa ele da medicina actual? Pelo menos da que ele estuda e para a qual se esta a formar, etc.? O que acha dos seus colegas e professores? O que pensa da sua faculdade, sistema de ensino, os métodos didáticos, etc? Concorda com uma ideia generalizada de que os médicos são insensíveis, egocêntricos(ao estilo do Doutor House) e têm um complexo de “Deus”, a sua própria versão da mania de superioridade? E tanta coisa deveria haver de interessante…

Mas disso o escriba não diz nada. É algo místico!

Assim como das FAP! Sim, porque ele tem o mérito duplo de ter entrado através das nossas forças armadas.

O que achou da recruta? Fizeram a famosa lavagem ao cérebro? Resultou? Será daí que ás vezes afloram alguns espirros patrióticos? Tentaram quebrar-lhe o ego e amansá-lo? Ficou traumatizado psicologicamente? O que acha do contracto em que se obrigou? E as regras e hierarquias? Os colegas, lambes botas, etc? E a politica de defesa? Deveríamos ou não estar no Iraque? O exercito é útil para alguma coisa além de fins “pacíficos” tipo operações de salvamento e expatriação? Deveríamos transferir essas funções para a policia militar e deixar de ter gastos com as F.A.? Como se safou perante convicções pessoais perante as imposições coercivas do grupo? Está disposto a matar em nome dos interesses da pátria?

Não sabemos. É um mistério.

Surf? Não se sabe se faz!

Enfim. Em que se notabilizou então este meu amigo nos seus (muitos ) blogs? Focou-se na especulação e filosofias. Manda uns bitaites politico-economicos datados do outro século e sobretudo debruça-se sobre algo que aparentemente tinha deixado e que segundo ele mesmo não lhe deu o que esperava encontrar (não funcionou) e até é um…nada: o Yôga. Fiquei contente por ver que afinal ainda é do que gosta mais. Aliás, é quase uma obsessão!

Qual o seu estilo? Critica feroz (obrigado), questionamento compulsivo, culto ao cepticismo dogmático, negacionismo puro, generalizações e complicações sistemáticas, polémica pela polémica, implicação total, provocações, tudo num tom agressivo que inclui exigir justificações e “provas” (de sabor?), e que abarca tudo, incluindo delírios imaginativos e até o “ouvi dizer”. É duro de roer. Eu tento, mas não é fácil manter-me ao nível!

Porquê este estilo, que ele gosta de considerar “directo” e livre? Não sei. Mas arrisco um palpite. È que na FMUL e nas FAP ninguém está para o aturar e por isso nem pia. Aliás, ali…pianinho. Se quer quer e se não quer cale-se! E ele come e cala, pois claro.

Os blogs, as filosofias, o Yôga, que são áreas onde cada um pode mandar os bitaites que quiser em liberdade, e que para ele não são trabalho, servem, não só de distracção, mas também de escape á repressão e principalmente uma catarse. E assim já serve para alguma coisa de bom.

E aqui fica esta homenagem bem ao seu próprio estilo: critica, provocativa e inquisitiva.

Espero que gostes e continues.

Gosto de ti miúdo…ops…Rodriguez!
Leia artigo completo

18.6.06

Viagens

On the road

Uma saga que começou à cerca de dois anos.

Em Agosto de 2004 fomos a Itália. Génova, Bolonha, Veneza, Verona e sobretudo Milão. Foi bom. Já tinha estado em Itália e comprovei o que já sabia: é lindo! Só tem é demasiados italianos! E os italianos são demasiado…italianos! Burocracias Kafkianas, preços exorbitantes, excessivamente turísticas, homens que vivem em casa da mãe até aos 35… É lindo, muito bonito para passear, mas acho que pessoalmente não gostaria de lá viver.

Voltamos e poucos meses depois fomos passar o meu aniversário (01/12) a San Sebastian. E apaixonamo-nos pela cidade. É realmente fantástica. Decidimos ir para lá viver. Por isso voltamos na Páscoa para fazer um cursos de espanhol e averiguar o mercado imobiliário.

Entretanto rumamos ao Brasil. Para fazer o nosso estágio profissional de um mês na Sede Central (Unidade Jardins, São Paulo) e na Uni-Yôga. E foi muito bom. O estágio e sobretudo estar lá perto do Mestre que tanto inspira. Durante a estadia, que se estendeu a dois meses, ainda fomos a Florianópolis para o Festival Internacional de Yôga, um dos maiores e seguramente dos melhores do mundo! Por fim ainda passamos uma semana em Curitiba, a melhor cidade do Brasil. Para quem vai de São Paulo parece um paraíso. Como extra tem uma grande quantidade de escolas da Rede DeRose, sendo algumas delas as melhores escolas de Yôga que já vi. Muitos muito boas. Obrigado ao Professor Rogério Brant, director da Unidade Ato da XV, que nos acolheu.

De volta passamos uns dias em Portugal e já corremos para Espanha de novo, para decidir definitivamente para onde viríamos viver. Tínhamos muita curiosidade sobre Gijón e Barcelona, que eu não conhecia. Gijón agradou-nos. E Barcelona também! Muito. Barcelona é a minha cidade preferida (a seguir a Lisboa, claro…hehehe). Mas Gijón, para viver, pareceu-nos ainda melhor! Foi difícil decidir, mas após duas semanas já estávamos de novo em Gijón a fazer prospecção imobiliária! E cada vez me congratulo mais pela decisão. A cidade é realmente fabulosa.

Entretanto passamos uns dois meses em férias forçadas em Portugal, entre o Porto, Lisboa, Alcobaça e Nazaré. Foi um grande stress com Bancos para fazer um negócio que não se fez! Mas aprendi bastante.

Ainda bem que não se fez pois acabamos por fazer outros melhores.

E cá estamos, instalados e a levar a nossa escola para a frente, o que, entre $ e burocracias não é simples nem rápido! Mas faz-se.

Depois de me fixar (será que se pode dizer isso?) já fui um fim-de-semana a Paris, e voltei cinco vezes a Portugal…E parece-me que nos próximos dois meses voltarei a ir, provavelmente mais do que uma vez! Ontem fomos conhecer Santander, a duas horas de aqui, e que é mais uma cidade tipo esta: tamanho médio e muita qualidade de vida!

Nestes entretantos fazer 700 Km tornou-se coisa simples e banal…

Nos últimos 13 anos ainda não vivi mais do que dois anos seguidos no mesmo local. Alcobaça, Nazaré, Caldas da Rainha, Baleal, Lisboa, Porto, e agora Gijón. Com idas e voltas e mudanças de casas! E adoro viajar. Ainda quero viajar muito mais, para todos os quadrantes. Tenho fascínio pelos EUA, Canadá e Austrália. E pelo Brasil, claro!Já agora, também Índia e Marrocos, aqui tão ao lado! Gosto de ir aos locais e também da viagem até lá. Acho que tenho algo de vagabundo aventureiro. Mas agora quero assentar. Estabilizar e construir algo. Conseguirei?
Leia artigo completo

15.6.06

O questionamento

“O jovem percebe as coisas… Há um questionamento natural. O questionamento geralmente é algo bom. O questionamento só é algo prejudicial, pernicioso quando ele é doentio, compulsivo, neurótico. Mas, se não for assim ele é uma coisa boa. E o jovem está sempre vendo coisas, que as pessoas com mais de 30 não percebem…”

Deve ser isso…passei dos trinta! E os questionamentos, cada vez mais, me parecem neuróticos! Ou, ao menos alguns deles…Gosto de pensar que estou mais positivo e construtivo...mas talvez seja apenas velhice precoce!
Estou farto de questionamentos de tudo e de todos. E principalmente dos que perguntam muito e respondem pouco ou nada. Não devo explicações a ninguém. E doutrinações dispenso! Incluindo fazê-las...
As grandes questões da-nos a nossa própria vida pondo-nos frequentemente contra a parede e sob a espada que é esta pergunta: e agora?
Leia artigo completo

14.6.06

Impressionante!

Extreme!

Sempre fui fascinado pelos desportos extremos. O desafio, as conquistas, que são sempre tão mentais e emocionais quanto fisicas, a liberdade dos espaços amplos e abertos, a criatividade...
Muito embora tenha deixado a minha fase desportiva já lá vão uns bons anos (e umas quantas "avarias"), continuo a ficar fascinado. Ainda não coloquei totalmente de lado a possibilidade de investir nisso.
Entretanto comtemplo estes exemplos máximos da especie!
Aqui uma pequena reportagem. Procure mais, é realmente impressionante.
Leia artigo completo

11.6.06

Já...


Cheguei!

(Finalmente a revelação do grande segredo...ou seria do mistério...ou de ísis, ou lá o que era?!!!?)

Estaremos a caminho de algo? Sim estamos. E um dia chegaremos lá. Eu já cheguei. Onde? Onde já estivemos. Precisamente onde estamos! O "algo" é só o “aqui e agora”, e já não é pouco. Estamos a caminho do…caminho! Ou como alguém já disse ainda melhor: o caminho faz-se caminhando!

(Agora não se queixem de ser demasiada "luz"...ou de ser "só isso"!) Leia artigo completo

Radicalismos...

Diplomacia ou hipocrisia?

Viver entre radicais é complicado…para quem não o é!

Os radicais, extremistas, para quem tudo é branco ou preto, absolutamente nítido, nunca vêm nada de contraditório, complexo e paradoxal. É tudo muito simples. Ou por eles ou contra eles! E adoram-se uns aos outros. Os contundentes são a própria razão de viver uns dos outros!

E para os que quer só “viver e deixar viver”, sem implicar, respeitando o espaço alheio, manter-se tolerante, moderado, centrista…? Hummm! Bahhhh, que nojo! Alguém quer ser assim??!!!

Esse tipo de pessoas, do ponto de vista do radical, são apenas indecisos, não assumidos, não comprometido, complicadinhos e complicadores! Alguém que está no meio, a atrapalhar! Gente dúbia e pouco confiável!

Bom senso, sensibilidade, descrição, subtileza, diplomacia… Qual diplomacia?! São todos uns hipócritas, com os seus "jogos de cintura", compromissos, jogos de palavras e a sua descrição…morte aos liberais!

Sim: tudo é muito claro e só não vê quem não quer! É A ou B. E pronto! Ou concordas e te convertes, ou te fod##…

As vezes dá mesmo vontade de ser radical e dizer: vão todos para o car###! Quero uma gruta para viver em paz! Mas…não há paciência para grutas. Nem temos de nos render! Mas se somos ainda mais tolerantes também não dá resultado, pois os radicais tomam isso como fraqueza, e abusam ainda mais! O que fazer? É só assumir que até o nosso “liberalismo” não é assim tão liberal! O “viver e deixar viver” tem os seus limites e problemas. Em certo ponto há que traçar uma linha e dizer: daqui não passarás! E se passar: guerra! Ou melhor ainda: nada.

(Felizmente, agora, vivemos numa sociedade um bocadinho liberal. Só um bocadinho mesmo…muito pequenino, e em vias de extinção! E os radicais do "liberalismo puro"estão entre os piores!!!)
Leia artigo completo

6.6.06

Drogas, controlo e (in)consciência!

Drogas, previsibilidade e control!

Qual a diferença entre droga, medicamento, veneno e alimento?

Acho que muitas vezes é uma questão de dosagem química! Outras é meramente o nome e a respectiva classificação juríca e suas penalidades. Outras é só o contexto! E
a maior diferença está concerteza em quem consome.

Claro que o nome, o contexto etc. não são um “meramente”, um “só”. Neste campo em que o psiquismo é o centro nevrálgico, o caldo psicológico do que consome é meio caminho andado, ou mais!

Parece-me que as drogas são cada vez mais banais e presentes. Menos misteriosas, fantásticas e poderosas que até há pouco tempo nos doutrinavam a crer. Cada vez mais sou tolerante e compreensivo em relação a essa coisa das drogas. Nomeadamente aos
consumos de substâncias com vista a alteração da consciência dita “normal”.

Para uma pequena parte dos consumidores a vida para o seu consumo é um verdadeiro encontro! Um caminho muito bom para o auto-conhecimento, e para a sua realização pessoal.

Para uma porção um pouco maior, as drogas são uma experiência mais, que faz (ou fez ) parte das suas vidas. Custou alguma coisa em termos de saúde e $ mas também rendeu frutos em termos de conhecimento, convívio, bem-estar, etc.

No outro extremo da manada estão os que se procuraram esconder nas drogas, como uma forma de escape a uma vida que não compreendem, gostam ou aguentam. Como a vida não perdoa acaba por tornar esse escape no seu verdadeiro inferno.

Pelo meio, e julgo que uma grande maioria, estão os que usam as drogas como uma
forma de controlo.

Controlar a insônia. Controlar o apetite. Controlar o cansaço. Controlar a ansiedade. Controlar a (in)satisfação. Controlar o prazer. Controlar o vazio! Controlar o ânimo, a consciência. Etc.

A vida é fod###. É imprevisível e exigente. Nada como a idéia de que tomamos uma dose e podemos prever e controlar os próximos momentos! A idéia que podemos manipular a nossa consciência, e conseguir dela o que queremos.

E ao meditar sobre isto reparo que vistas assim, as drogas não diferem muito de grande parte das actividades humanas.

Não é o mesmo que acontece quando se “consome” uma doutrina, seja ela religiosa ou política ou moral? Faço X e acontecerá Y! A sedução da previsibilidade...

E o mesmo posso dizer em relação ao Yôga. A ideia de adquirir poder e controlo da consciência é central a maioria dos praticantes. A promessa de estabilidade, felicidade, de alcançar determinados estados de consciência. Até a forma como alguns aderem aos Yôgas de forma absolutamente “religiosa”. Outros enlouquecem com o Yôga, para alguns é uma experiência mais, e alguns poucos realmente se encontram em uma dessas actividades filosóficas especifica.

E não é só no Yôga. Olhemos para as artes marciais e os seus praticantes. Façamos uma observação mais alargada. O que é que cada um extrai da sua profissão? Alguns encontram-se nela. Para outros é uma utilidade. Outros enlouquecem nela....

Enfim…drogas há muitas.

O certo é que sou contra o proibicionismo, que para mim é causa directa de 90% dos “males” relacionados com as ditas cujas! Não se trata de defender a liberalização. Não existe liberdade! Ou nas mãos dos traficantes (que só pensam em lucro, e logo vicio) ou regularizado pelo estado e pelo mercado lícito, alguém toma conta das coisas. Eu prefiro que seja o mercado lícito com o apoio do estado. Pela segurança, qualidade, controlo, impostos, etc. E talvez seja por isso mesmo que não é…

Quiçá daqui a uns anos já não se lide com o assunto como se fosse o papão! Ou talvez não…

Até lá cada um faça o que lhe parece melhor, obviamente.
Leia artigo completo