16.1.07

Globalização

No restaurante indiano de Gijón, o rotulo é uma fotografia do Taj Mahal (um monumento-tumulo muçulmano) envolta por uma frase onde se lê: restaurante hindu!

Há uns dias estava a ver um combate no Eurosport daquele programa chamado Fight club. Era uma final de uma arte marcial qualquer....

Um era Australiano que tinha uma inscrição chinesa tatuada no peito. O outro era Japonês e mostrava uma tatuagem em sânscrito no braço! Ganhou o Australiano... Leia artigo completo

10.1.07

E se...

Muito melhor negócio!
Segundo economistas consultados pela CNN o custo da guerra do Iraqu evai saldar-se em cerca de 2 TRILIÕES de dólares!!! Neste momento já ascende a várias centenas de BILIÕES e prepara-se para aumentar o ritmo a que os gastos explodem!
Sei que parte desse dinheiro é feito em compra de produtos, serviços e técnologias ás próprias empresas americanas (principalmente militares) e que por isso é um reinvestimento na própria economia americada e na sua actualização a nivel militar!
Ainda assim parece-me que seria muito mais interessante investir esse "dinheirinho" (!) no desenvolvimento e aplicação de energia nuclear, e principalmente de energias alternativas de fontes renováveis! Com esse investimento essas energias seriam muito competitivas e evitam-se guerras, mortes, déficts orçamentais brutais e perigosos, e ainda a radicalização de tradições culturais (muçulmanos) abjectas!

Sim, seria muito melhor! Leia artigo completo

2.1.07

Mal saí e já tenho saudades...

Requiem pela minha querida pátria!

Como já aqui disse antes o conceito de pátria (e de povo e de nação) não me é muito relevante. O que realmente me importa são a minha família e amigos. As pessoas que eu gosto. E Portugal interessa-me nessa medida…Ou seja, muito!

Sinto-me um membro da aldeia global. Filho da globalização que nós mesmos tanto impulsionamos há 500 anos atrás. E gosto disso. Nesta pequena e apertada esfera azul ser Português é cada vez menos relevante. È como ser de Alcobaça. È mais um nome, de uma parte de outra parte. Estamos num mundo onde grandes blocos se fundem e competem. E nessa medida ser Europeu é cada vez mais importante e decisivo, em termos económicos e culturais. Gosto de ser Europeu. E embora seja muito individualista, ser Europeu parece-me cada vez mais interessante, quando comparado com ser português. Portugal tem muito mais importância e viabilidade como membro de uma Europa unida que como um estado “independente”(é para rir) perdido atrás de Espanha. Aliás, como já escrevi antes: Portugal já não é…

Desesperadamente procurando a crise

Considero que vivemos momentos gloriosos. Portugal já foi mais grande no mundo. Mas nunca se lá viveu tão bem. E há maior grandeza que viver bem? Com segurança, comida na mesa, conforto, um nível amplo de cultura…

Ainda assim, e porque o crescimento estancou, e a convergência para os ainda mais ricos desconvergiu, dizemos que estamos em crise! Aliás, em crise diz-se sempre que estamos. Está sempre tudo mal. Ou pelo menos a maioria diz sempre muito mal de tudo e todos! Talvez seja apenas neurose…

Porque é que o crescimento está tão fraco? Porque é que crescemos menos que Espanha, e até que a Irlanda e Grécia? Como vamos enfrentar a concorrência cada vez maior e mais forte da Europa de Leste? E pior ainda: da China e da Índia!?!

Quando os biliões da CEE entravam a jorros e aparentemente sem fim, usamo-los para viver bem. Foi tipo desforra de novos ricos. Engordamos. Mas não usamos para fazer as reformas das estruturas politicas económicas e sociais, que são sempre mais fáceis se não tivermos de as fazer. Na prática acabamos por só mudar quando estamos mal e somos obrigados a isso para sobreviver! E parece que é o que agora se está a passar. Agora que as contas estão prestes a explodir, e o país está tão estagnado que parece andar para trás, vemo-nos na emergência de reformas profundas.

Quais reformas? Nas bocas dos 108 mil teóricos da nossa terra elas são mais que conhecidas: menos e melhor burocracia e aparelho central do estado (com suas regalias sociais); menos segurança social; mais e melhor educação, com mais ênfase na pratica e investigação nas áreas das tecnologias. Uma educação que incorpore o civismo e sentido de bem comum: pagar impostos como dever ético e moral, etc. Menos protecção a empregos “seguros” e mais estímulo à competência. Menos subsídio dependência e mais estímulos e prémios à criatividade e empreendorismo empresarial, cultural e cientifico. Enfim…aquilo que eu já leio e ouço por todo lado há 20 anos. Mas nós aproveitamos os biliões de CE para escapar às reformas, ao invés de usá-los para as promover! E agora estamos à rasca!

E, embora seja um optimista por natureza, não creio que este estado de coisas se possa alterar profundamente. As mudanças são agora ainda mais difíceis e dolorosas. A classe média, essencialmente dependente do estado, não vai suicidar-se. E os empresários “privados”, também subsídio dependentes, não vão mudar de mentalidades de um dia para o outro. E o estado não é independente de toda uma classe média e empresários que o sustentam e elegem. O nosso sistema político tem tendência a formar governos de poder muito partilhado e dividido, e logo fracos. Os cidadãos, agora mal habituados, não têm espírito de grupo nem de sacrifício. Esforçam-se mais para resistir ás reformas do que teriam de fazer para as empreender! E pior ainda: não temos a cultura da criatividade e empreendorismo que é o que realmente enriquece qualquer indivíduo e colectivo.

A tendência é olhar cada um para o seu umbigo. Esperar salvadores e sobretudo ser crítico!

A nossa tendência cultural mais arreigada é a da queixa e da crítica. Critica sem propor soluções. Critica de “chega para lá” e faz tu. Crítica que não constrói. Critica que não é seguida de acção. Critica que culpa os políticos de todos os males, mas nunca se propõe a assumir os cargos e fazer melhor (“tenho mais que fazer com a minha vida”). Critica que culpa os poderosos em geral de toda a incompetência e corrupção, mas que nunca se chega para a frente e resolve criar e construir e fazer melhor... E já se ouvem cada vez mais vozes a pedir grandes lideres, Dons Sebastiões, Salazares (louçãs ou Portas?!) que nos salvem…afinal o exemplo e o dever vêm (e têm de vir?!) de cima. E o “povo”, que se assume como vitima, acha que só tem de seguir e usufruir dos “direitos”!

E eu a pensar que o objectivo seria ter uma população forte, confiante em si mesma, criativa e empreendedora, que não depende-se tanto de líderes que a arrastassem!

Solução? Não tenho.

Não tenho soluções. Por isso não espero grande coisa. Não critico o estado das coisas e tento ver e aproveitar o muito de bom que ainda há. E desejo tudo do melhor possível para Portugal, pois ainda me considero de lá, e tenho lá a maioria das pessoas que mais gosto e dão sentido à minha vida. O que eu possa fazer para ajudar farei, mas assumidamente sem grandes pretensões e sem sentimentos de culpas, minhas ou alheias! Acho que ser empresário na Europa já é um contributo ligeiramente acima da média...

Um elogio à classe (mais) trabalhadora!

Cada vez mais acho que os políticos têm das profissões mais ingratas que existem. Exigem-lhes (sob uma vigilância de lupa) tudo aquilo que ninguém faz e aceita para si. Todos os mais imperfeitos lhes cobram uma total perfeição. E mais: nunca podem ganhar até anos depois de estarem fora do seu exercício de poder (“até nem era assim tão mau”). Até lá, tudo o que fazem está mal. Está mal se fazem, se não fazem, o que fazem, como fazem…Sujeitam-se a uma exposição quase total, e a vexames e acusações brutais inclusive daqueles que os elegeram, só porque estão lá. O povinho precisa de bodes expiatórios para os seus próprios problemas…

Vejo nos políticos um espelho da sociedade, da qual emanam e fazem parte. Na realidade, um espelho que até reflecte os melhor da sociedade. Sim, o melhor! Porque, em média, os políticos, são mais esforçados, estudiosos, trabalhadores, honestos, empreendedores, empenhados, criativos, corajosos e competentes que a média dos cidadãos que os elegem.

Basta olhar para estes nomes: Mário Soares, Cavaco Silva, Durão Barroso, Marcelo Rebelo de Sousa, Freitas do Amaral, Paulo Portas, Álvaro Cunhal, António Vitorino, Sócrates, só para dar alguns dos nomes mais conhecidos. Não estaríamos mal se todos tivessem o nível de dedicação, competência e dinamismo desses nomes...digo eu!
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24.12.06

Votos de felicidades

A todos a quem mais quero desejo óptimas festas e um ano novo cheio de alegria e realização pessoal. Leia artigo completo

19.12.06

Diversidade cultural - Budismos

Um monge budista..

Em geral gosto de discernir. VIVEKA. Perceber as diferenças. Não para dividir, mas sim para aproveitar as diversas possibilidades existentes que fazem a riqueza do mundo. Em termos culturais isso nem sempre é fácil. Desde logo pela complexidade da linguagem, das palavras... Mas tenta-se. Sei que as coisas todas são unidas e integradas entre si, que não é possível separá-las sem lhes fazer perder o sentido. Mas a mente tem a capacidade isolar e definir partes, concentrando-se nelas, actuando no todo através da parte. No Uno, através do verso.

No caso do Yôga tenho especial atençao para não confundir e misturar tudo. Primeiro porque essa é a tendência reinante, causada por ignorância e pela incapacidade de fazer escolhas de muitos que se chegam a essa filosofia. Há que remar contra essa maré de lodo. Depois porque sou um profissional que não somente aprofundo o tema descobrindo nele cada vez mais nuances, diferenças e possibilidades, mas também porque devo posicionar-me no mercado, passando as minhas propostas de forma clara e diferenciada. Assim, distinguo perfeitamente filosofia de ciência, e estas de religião e das artes, sabendo eu muito bem que essas classificações não são puras, nem perfeitas, nem estanques...são meros artificios mentais para actuar no teatro de maya.

Por outro lado, a titulo meramente pessoal, não temo nem me coibo de explorar a diversidade cultural do mundo e até de me deixar encontrar pontos de encontro e conexão entre as mais diversas realidades.

Tenho andado a ler um livro que é de um médico americano em conversa com o chamado Dalai Lama. Falam de muita coisa: Budismo, felicidade, sofrimento, espiritualidade… Em geral não sou grande fã do Budismo, não só porque o lado ritualistico, devoto, crente e até folclorico está muito mais divulgado e valorizado que o aspecto mais filosófico, mas também porque essa filosofia/religião dá demasiada enfase ao binomio sofrimento/felicidade, e esse não é o ponto central das minhas indagações filosóficas. Do pouco que sei dos vários Budismos, o “Tibetano” é o que me agrada menos. É dos mais ritualistas, junta-lhe um sempre nefasto nacionalismo, está na moda entre ocidentais e talvez por isso mesmo está sob uma febre de “reencarnações” que é também dos aspectos que menos aprecio dentro das suas tradições. E no entanto, o seu lider máximo, o monge a que chamam Dalai Lama, é dos líderes nacionalistas-religiosos mais interessantes que há por aí. Assume a sabedoria do Budismo com orgulho mas sem vaidade e sem grandes dogmatismos. Até o seu nacionalismo é extremamente moderado. Ele mesmo aparenta ser uma pessoa extremamente simples que, excluindo os trages folclóricos e a extrema simplicidade, foge à maioria das caricaturas que os ocidentais fazem acerca dos gurus orientais. Às vezes parece que o facto de o Tibete ter sido invadido e esmagado culturalmente pelos chineses até é encarado como uma lição e uma oportunidade positiva para a mudança para melhor, e ele parece mais resignado e menos empolgado pela sua causa que muitos dos seus corregilionarios, principalmente os ocidentais. E a pessoa por detrás da instituição até parece realmente humilde, não só na forma como desempenha o seu papel institucional, mas também enquanto pessoa individual, assumindo-se como alguém normal, ou pelo menos apenas como mais um monge budista que, por ditames do destino, representa um determinado papel de destaque. Evita falar de reencarnações e não finge beatudes de especie nenhuma. Parece-me que ele é assim genuinamente e não apenas forçado pelas circuntância tentando encarnar esse papel como meio de sobrevivência. Como diria uma amigo e aluno: desconfio um qualquer maestro que não ri. E ele ri. Muito. Sinceramente simpatizo com ele. E desde logo com a sua causa, que é de todo perdida. Ser um gajo simpático, dócil e moderado pode ser muito agradável a título de relacionamentos pessoais, ou como escape a um mundo (incluindo o mundo “espiritual”) feito de egos-maniacos exacerbados. Mas, a nivel de poder politico, o $ e a espada são factores muito mais imponentes e que se relectem também a nivel cultural. Põe-me a pensar quem e como quero ser eu…

Através do pouco que vou lendo de Budismo também vou percebendo como é descendente directo da tradição cultural Hindu, e como, provavelmente, também a influênciou bastante. Há muitos conceitos iguais, ou pelo menos parecidos. Nomeadamente a enfase no caracter practico dos preceitos filosóficos e na valorização da vivencia pessoal da cada um. A filosofia que contém e propõe é em muitos casos próxima áquela que vivêncio. E precisamente devido ao facto de ser tão próxima mantenho-me atento, para não confundir e misturar tudo. Sobretudo na parte profissional. VIVEKA…
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4.12.06

Momentos

Only a surfer…

Dia frio e escuro. Entro e a água está tão agradável como esperava. As ondas parecem boas, no seu metro e meio potente. Faço umas quatro, nada de especial, mas bem melhores que o sofá, como sempre.

O vento aumenta e de repente o mar perde a lisura. Não está de tempestade mas parece. Rajadas acompanhadas de chuva tão forte que é difícil manter os olhos abertos. O céu que estava escuro agora está totalmente negro e parece que vai desabar sobre nós. Na calçada da cidade já quase não se vê vivalma. Os poucos resistentes tentam não perder o chapéu-de-chuva que ameaça voar com a agitação.

Nesse momento, algures no meio das espumas brancas de ondas que passaram e passarão, sinto-me absolutamente especial por estar ali e pertencer a esta tribo. O contemplar de uma tempestade sem sentir necessidade de dar a debanda. Somente aceitá-la e até contemplá-la, de um ponto de vista que só os marítimos podem.

Não faz sentido para mais ninguém estar dentro do mar todo molhado em circunstâncias tais. Mas para um surfista não é de todo desagradável. Pode até ser exclusivo. Vulnerabilidade e integração. Um prazer próprio de quem se entrega aos elementos.

Saio passado algumas ondas mais. Satisfeito.

Only a surfer knows the feeling
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21.11.06

P.S.

Um pormenor delicioso do filme é uma imagem que mostra a Terra ao longe, numa fotografia tirada por uma sonda muito longínqua. A Terra fica do tamanho de um pixel da imagem! E, como ressalva o Al Gore, é naquele pontinho ínfimo e indistinto do Universo que tudo se passa. Tudo se passou. O “tudo” ganha uma dimensão distinta... É o que se chama: por as coisas em prespectiva!
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Uma boa causa (quiçá a única!)

Clima e crise

No domingo à tarde lá fui, finalmente, ver o filme do Al Gore sobre a problemática do clima. Desde que soube que estava curioso.

Descontando o tom personalizado em estilo de panfleto de campanha politica americana, mas que não ofende, o filme (ou seria documentário?) está bastante interessante. Não diz nada de novo, mas reúne tudo aquilo que já se sabia, dá-lhe actualidade, combate reaccionários e dá perspectiva de fundo à questão. Um pouco assustadora. Diga-se.

Não sou nada dado a aceitar versões do Homem como Deus ou Diabo Todo Poderoso e cheio de culpas…e talvez por isso fosse tão reticente a muitas das teorias e campanhas sobre os perigos do aquecimento global. É que tratar o homem como o “mau” e “anti-natural”, para mim é…anti-natural! E pretensioso. Mas também pode ser que estivesse a esconder os meus comodismos e medos por detrás de teorias e campanhas científicas encomendadas e financiadas por companhias petrolíferas e outras com interesses nos sistemas energéticos tradicionais, e que se dedicam a negar, ou pelo menos relativizar, as outras. No mercado das consciências a duvida paralisa, afrouxa a mudança, que é precisamente o objectivo de alguns…

Bem, descontando possíveis exageros, a verdade é que me pareceram credíveis os motivos da preocupação. Há que leva-la a sério e não ter vergonha de ser um pouco alarmista. Se a questão é metade de perigosa do anunciado então é muito inquietante! É uma questão de sobrevivência. Uma questão de décadas, não necessariamente de séculos, o que nos põe na linha de fogo! Há que fazer algo, nem que seja por egoísmo, que ao fim ao cabo é sempre o primeiro e principal motivo para tudo.

Gosto de pensar que sou uma pessoa ecológica acima da média. Principalmente por ser pouco consumista. Em geral e em particular de gasolina. E acima de tudo não consumo carnes que é das acções mais ecológicas que alguém pode fazer pelo planeta inteiro.

Ainda assim, e perante a dimensão do problema, parece-me que devo fazer mais. Aqui deixo um pequeno contributo com a divulgação do tema. Espero conseguir, de facto, mudanças úteis neste campo. É simples mas não é fácil. Ajudem.

Bem hajam.
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19.11.06

Passeio cultural

Valle de Dios

Hoje á tarde fizemos um belo e agradável passeio pelas redondezas verdes da região. O tipico passeio cultural! Um amigo levou-nos a um mosteiro cistercense, aqui mesmo ao lado, junto a Vilavicosa.
O conjunto é formado por uma igreja ao estilo pre-romanico e romanico, datada do sec VIII d.c., daquelas pequenas, simples e bem antigas. Ao lado, monges beneditinos, já bastante mais tarde, construiram um mosteiro. Depois de muita história é um mosteiro muito discreto, grande mas que passa bastante despercebido por estar perfeitamnete encaixado num vale tão pouco povoado como encantado. Encantado pela beleza e pelo silêncio.
O mais curioso é que os aposentos dos monjes, que sobram, servem também de estalagem, no qual qualquer um se pode instalar a passar uns dias de tranquilidade, meditação ou simples descanso. E de forma acessivel (contribuição livre). Fiquei com uma vontade enorme de experimentar. Ainda mais nestas alturas do ano, em que as tendências à reclusão, à ascese e à renuncia sempre batem mais forte.
Fiquei um pouco assustado ao saber, pela guia, que já lá tinham ido passar uns dias pessoas "estranhas", vestidas de roupas laranjas e cabelo rapado (!!!), que inclusive levavam estatuetas para fazer rituais, e outras que se abraçavam ás arvores (!!!). Não disse que me dedicava ao Yôga...
Já em Alcobaça, que também é um vale com o maior mosteiro cistercence do mundo, ouvia dizer: os vales atraem os loucos!
Irei incóngnito, de mim mesmo!
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15.11.06

Visita relâmpago

Portugal...carago!

Foi rápido mas bom. Ouvir e ler as noticias em português. Matar saudades com sotaque do norte. Familia. Amigos. Fnac em versão lusa. Por do sol no mar. Foz e Matosinhos cada vez agradáveis. Até já nem me lembrava daquele trânsito! A Vila do Conde também está cada vez melhor, e continua tranquila. Foi bom, mas soube a pouco. E deixou algumas saudades mais fortes ainda.
E Já no Domingo...SwáSthya! Reunião de instructores e desde logo a constactação de que a Uni-Yôga tem uma capacidade de autocritica e renovação extraordinária. E com bom humor até. Pequenos detalhes podem fazer grandes diferenças. Uma reorganização que a mim me agrada particularmente. Os cursos, que refiz, também são sempre bons, sendo estes dos mais dismistificadores. E ainda culminou com um belo jantar na Arca D´agua com direito a 2 apresentações de teatro (onde actuaram practicantes e os outros membros do respectivos grupos) e que foram simplesmente óptimas. Na segunda, as coreografias, já estavam a atrasar o caminho de volta. Mas estar com o mestre é sempre bom e aproveitamos até ao fim.
Foi rápido. Soube a pouco. Queria ter visitado mais gente. Mais tempo. Da próxima vez.
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